Um reencontro diferente
Depois de mais de duas décadas acompanhando o IPW, a edição de 2025 trouxe um subtexto diferente: como promover um destino quando a percepção externa é atravessada por tensão, incerteza e polarização.
Marca de destino também é confiança
A campanha America the Beautiful buscou reconectar o público com memória, território, diversidade e pertencimento. A lógica é relevante para qualquer destino: em momentos de dúvida, comunicar atrações não basta. É preciso reconstruir o desejo de estar ali.
A experiência começa antes da chegada
Políticas públicas, processo de entrada, sensação de acolhimento, comunicação e reputação fazem parte do produto turístico. O viajante avalia tudo isso antes de comprar — muitas vezes sem separar governo, marca e experiência.
América Latina continua sendo ponte
Mercados latino-americanos mantêm uma relação emocional e comercial relevante com os Estados Unidos, mas essa relação precisa ser cultivada. Familiaridade não garante preferência eterna.
Megaeventos ampliam visibilidade, não resolvem posicionamento
Copa do Mundo, America250, Rota 66 e Jogos Olímpicos criam picos de atenção. O desafio estratégico é converter esse volume em desejo, confiança e recorrência que sobrevivam ao calendário de eventos.
Destinos se revelam na experiência de ser bem-vindo
No fim, a força de uma campanha é confirmada — ou destruída — pela experiência real. Posicionamento competitivo nasce quando narrativa, hospitalidade, operação e políticas de acesso contam a mesma história.



